Projeto está localizado junto à Playa de Lourido, no município galego de Muxía

O Parador Costa da Morte: um exemplo de arquitetura topográfica

Novoperfil20/07/2020

O novo Parador Costa da Morte em Muxía desenhado pelo arquiteto galego Alfonso Penela, adapta-se à topografia da colina natural onde se localiza até ao ponto em que, em alguns momentos, a construção apenas é notada porque as coberturas vegetais se confundem com a paisagem. Um hotel que consegue mimetizar-se com o seu ambiente optou necessariamente por uma solução invisível para a drenagem das águas pluviais: o sistema de canais de grelha mínima Brickslot da ACO.

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Cedida por Paradores.

O Parador Costa da Morte está localizado junto à Playa de Lourido no município galego de Muxía, Espanha. Desenhado pelo arquiteto local Alfonso Penela, é um edifício com praticamente 15.000 m2, construído numa parcela de 128.000 m2 à beira do Atlântico e totalmente integrado na paisagem graças à sua abordagem à base de varandas com coberturas vegetais.

Ao serem desenvolvidas em diferentes níveis adaptados à topografia da colina natural, todos os quartos e locais do equipamento hoteleiro desfrutam sem dúvida alguma de espetaculares vistas para o oceano. Todas as suas coberturas são ajardinadas, exceto a última, a superior, onde se misturam diferentes materiais como vidro, zinco e madeiras de bambu, faia e carvalho.

O parador dispõe de 63 quartos distribuídos por diferentes andares: 54 são duplos standard, quatro são adaptados a clientes com necessidades especiais e cinco são suites. Por outro lado, o parador dispõe de um spa voltado para o Atlântico e que conta com banho turco, sauna, jacuzzi, bacias de água quente e fria e soláro, assim como uma piscina infinita com uma parede final de vidro com vista para o Atlântico. Para preservarr a inclinação do terreno, conta com dois elevadores panorâmicos que se movem em sentido diagonal.
A pedra e a madeira são os principais materiais utilizados na construção e urbanismo do alojamento hoteleiro, com o objetivo de conseguir respeitar os tons neutros próprios da arquitetura tradicional galega. Para não dificultar esta continuidade cromática, era necessário contar com um sistema de drenagem das águas pluviais que não causasse relevos no pavimento e que fosse praticamente impercetível. Por isso foram instalados os canais de drenagem com uma grelha mínima Brickslot em L. Os metros lineares de canais de drenagem ACO atravessam especialmente a zona de acesso principal ao Parador para evitar que esta possa ficar inundada e que a água entre nas instalações.
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O Parador Costa da Morte está integrado na colina natural onde foi construído.
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