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Maioria dos portugueses tenciona fazer obras em casa após período de confinamento

Novoperfil19/05/2020
Estar em casa despertou a vontade de remodelar. A intenção dos portugueses em fazer obras nas suas casas é confirmada por um estudo realizado pela Boutique Research, empresa de estudos de mercado, que auscultou as motivações dos portugueses após o período de confinamento social.
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Apesar de satisfeitos com as suas casas, 55% dos portugueses inquiridos revela ter vontade de fazer alterações às suas habitações: pintar o interior, remodelar casas de banho e cozinha, são as intervenções mais desejadas.

A reafirmar estas intenções, a MELOM, empresa que atua na área da remodelação de imóveis em Portugal, revela os pedidos mais comuns e as características das habitações com intervenções de obras a nível nacional.

Decorrente do contexto atual, “estar em casa” levou a que se verificassem novas necessidades dentro das habitações, apontando um futuro otimista para as empresas do setor. Segundo dados da MELOM, a remodelação de casas de banho e cozinhas tem liderado os pedidos de intervenção na casa dos portugueses, tendência que se manteve no período marcado pelo contexto de isolamento social.

Estudos recentes da líder nacional revelam ainda que a maioria dos portugueses vive em casa própria e mais de 2/3 dos inquiridos vivem numa casa de construção entre 10 e 40 anos, reforçando a intenção crescente dos portugueses em investir em reabilitações, pequenas obras e remodelações gerais.

“Desde o início da pandemia, preocupámo-nos em auscultar as necessidades dos nossos clientes e isso permitiu-nos adaptar os nossos serviços ao contexto de isolamento social e dar uma resposta de qualidade a pedidos de intervenção nas habitações. A intenção comprovada dos portugueses em fazer obras após o confinamento social vem reafirmar de forma muito positiva o interesse registado na rede MELOM, com um considerável número de pedidos nos últimos meses e já em período de isolamento social. Acreditamos num futuro otimista para o setor das obras e o período de confinamento suscitou de forma clara a necessidade de
adaptação das habitações a uma nova realidade”, comenta João Carvalho, diretor-geral da MELOM.

No que respeita às tipologias que tem gerado mais pedidos de intervenção, dados MELOM revelam que os T2 e T3 lideram ao nível da remodelação e reabilitação, com um valor médio de obra de 19.365€.

Já no que respeita a pequenas obras/reparações, os pedidos são mais frequentes nos T2, com um valor médio de intervenção de 4.348€.

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