Informação profissional sobre a Envolvente do Edifício
Novidades 2026

Ano em transformação valoriza desempenho técnico e ambiental

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A opinião é unanime: “o mercado da envolvente do edifício enfrenta um contexto desafiante, mas também uma oportunidade única de transformação”
As novas exigências de sustentabilidade e eficiência energética ditam um ano de transformação no setor da envolvente do edifício, numa conjuntura internacional marcada por normas regulamentares que obrigam a soluções técnicas inovadoras, como testemunham algumas das principais empresas do setor, num artigo que lhe dá a conhecer as principais tendências e novidades para 2026.

À margem do evento Architect@Work Lisbon 2025, onde a Anicolor, a Cruzfer, a Fibran, a Navarra, a RCN, a Saint-Gobain, a Technal e a Tupai marcaram presença com lançamentos e novidades, apresentamos as tendências que irão marcar este ano a nível de desenvolvimentos estratégicos no setor da envolvente do edifício.

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ANICOLOR

“Estamos focados em soluções de ‘engenharia de produto’ com forte integração tecnológica”

Para 2026, a Anicolor renova o objetivo claro de consolidar o seu protagonismo como um dos principais ‘players’ no mercado, reforçando a liderança no subsegmento da construção civil. A empresa pretende fortalecer a liderança no setor nacional e mantém como principal aposta o foco no ‘conceito ibérico’, sem esquecer a presença nos PALOPs e em mercados europeus vizinhos como França e Alemanha, que na ótica da internacionalização da marca oferecem maior segurança de negócio.

A Anicolor está igualmente atenta à emergência da construção rápida (casas modulares, LSF, impressão 3D) e responde com a criação de sistemas de alumínio competitivos e versáteis, ajustados a esta nova realidade que exige rapidez de execução.

Como avança à NovoPerfil Ramon Nolasco Sampaio, diretor de operações, a nível de lançamentos, “a nossa atuação focar-se-á, este ano, na consolidação dos produtos apresentados na feira VETECO e no desenvolvimento de soluções de ‘engenharia de produto’ com forte integração tecnológica”.

Uma das grandes apostas é a integração de domótica nos caixilhos. “O destaque recai no sistema de portas pivotantes Zenith, que permite a abertura via impressão digital ou leitura de íris, e inclui iluminação LED automática, eliminando a necessidade de chaves físicas”, sublinha o responsável. Respondendo às exigências da arquitetura contemporânea, a Anicolor destaca as séries minimalistas e investe na série de última geração Prime, que permite soluções com piso integrado e janelas quase invisíveis. O lançamento de pérgolas bioclimáticas, que fecham automaticamente com o calor e de sistemas de guarda-corpos minimalistas para varandas, privilegiando a segurança e a luminosidade são outras apostas da empresa em 2026.

A Anicolor marcou presença na Architect@Work Lisbon apostando na inovação e na apresentação de produtos de vanguarda, aproveitando o evento para captar tendências de mercado e contactar com os demais agentes do setor. “Destacámo-nos pelo lançamento e apresentação de dois novos produtos de elevada evolução técnica: o sistema de abrir ultra minimalista FX Minimal – cuja grande novidade reside na sua estética e engenharia, já que toda a estrutura de suporte (alumínio) fica oculta no interior, resultando numa face exterior totalmente envidraçada; e o sistema de correr Prime Maglev, patenteado pela Anicolor – produto que segue a tendência de mercado ‘minimalista’, reduzindo a massa de alumínio ao mínimo possível, e cuja principal inovação reside na introdução da tecnologia de levitação magnética, que vem substituir os tradicionais rolamentos deslizantes, e que, graças à infinitude do magnetismo, confere maior tempo de vida útil ao produto e uma redução significativa da necessidade de manutenção”.

Face à atual conjuntura europeia e internacional, a Anicolor “demonstra um otimismo cauteloso, considerando que o mercado se encontra ainda em crescimento, impulsionado pelo acesso a fundos europeus e pelas persistentes carências no acesso à habitação”, contextualiza Ramon Nolasco Sampaio. O Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) “está a ‘oxigenar o mercado’, compensando a estagnação na pequena construção, causada por impasses no IVA, com obras públicas de grande volumetria – como residências universitárias e edifícios militares”, defende.

Na sua perspetiva, prevê-se um boom no mercado de arrendamento e renovação, impulsionado por incentivos fiscais e pela maior segurança jurídica conferida aos senhorios, e “a Anicolor vê aqui um nicho de oportunidade para a caixilharia de alumínio”. Para o diretor de operações, a forma como é pensada a construção tem vindo a transformar-se: “as casas deixaram de ser construídas para durar um século, e a tendência atual foca-se em materiais para 30-40 anos, tipologias mais pequenas (T1, T1+1) e conceitos de ‘open space’ com menos divisões”.

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CRUZFER

“A conjuntura exige eficiência energética, sustentabilidade e inovação técnica”

Na opinião de João Fernandes, diretor comercial da Cruzfer, o futuro da construção em fachadas e envolventes de edifícios, tanto em Portugal como no restante espaço europeu, “está a ser moldado por uma conjuntura que exige maior eficiência energética, sustentabilidade e inovação técnica”. As novas regulamentações e metas ambientais “impulsionam soluções mais avançadas, como sistemas de isolamento de alto desempenho, fachadas ventiladas, materiais recicláveis e tecnologias inteligentes de monitorização térmica”, afirma.

Paralelamente, “a reabilitação urbana ganha força, tornando essencial a adoção de métodos construtivos que conciliem estética, durabilidade e redução do impacto ambiental”. Este cenário aponta para um setor em transformação contínua, “onde a qualidade e a inovação serão determinantes para responder às exigências do mercado e às necessidades das cidades do futuro”, alerta João Fernandes.

Neste contexto, a estratégia da Cruzfer para 2026 “assenta na continuidade de uma aposta sólida em produtos de elevada qualidade com os nossos parceiros internacionais, serviços especializados e um acompanhamento próximo de novos projetos, em conjunto com os gabinetes de projeto e promotores imobiliários”. O objetivo, explica, “é reforçar a confiança dos clientes, ampliando o portfólio com soluções inovadoras e sustentáveis, capazes de responder às exigências do mercado”.

Paralelamente, será intensificado o apoio técnico e comercial, garantindo que cada projeto — desde a fase inicial até à execução — receba orientação profissional e personalizada. Esta abordagem integrada “pretende consolidar o crescimento, fortalecer parcerias e abrir caminho a novas oportunidades ao longo do ano”, detalha o responsável.

Considerando que a participação na recente edição da Architect@Work Lisbon “foi um verdadeiro sucesso”, o responsável sublinha que o evento contou com um grande fluxo de visitantes ao longo de todos os dias, criando um ambiente dinâmico e cheio de oportunidades. A Cruzfer teve a possibilidade de apresentar novos produtos, demonstrar inovações e fortalecer relações com arquitetos, promotores e outros parceiros na área da construção. “A troca de experiências e o interesse do público reforçaram a importância da nossa presença e abriram portas para novas possibilidades de negócio”, conclui.

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FIBRAN

“A envolvente do edifício será cada vez mais um espaço de exigência técnica”

Também Hugo Andrade, brand manager da Fibran Ibéria, reitera que apesar da incerteza económica, “continuamos a ver uma procura crescente por soluções com desempenho térmico elevado, menor peso e maior racionalização em obra, sobretudo em contexto de reabilitação e construção industrializada”. A envolvente do edifício “será cada vez mais um espaço de exigência técnica, onde materiais como o XPS, pela sua durabilidade, resistência à água e capacidade de personalização, assumem um papel estratégico. Acreditamos que o futuro passa por soluções simples, eficazes e adaptadas a cada projeto — e é nessa direção que continuamos a evoluir”, garante.

A presença da Fibran na Architect@Work Lisbon foi marcada pela apresentação do sistema Óptimo, uma solução técnica para coberturas planas que substitui a tradicional betonilha de pendente por isolamento térmico em XPS com inclinação integrada (FIBRANxps INCLINE). O sistema inclui também a membrana FIBRANskin SEAL, instalada entre o isolamento térmico e a camada de acabamento, com a função de facilitar a drenagem e reduzir o fluxo de água residual no topo do sistema. Para aportar valor técnico aos profissionais presentes, a empresa utilizou uma maqueta física funcional e um painel gráfico com a representação completa das camadas do sistema, “reforçando a comunicação junto dos prescritores com argumentos construtivos concretos”.

Em 2026, a Fibran reforça o seu posicionamento como especialista em soluções técnicas em XPS, com foco na industrialização da construção, personalização de soluções e apoio técnico próximo, continuando a investir em sistemas como o FIBRANxps INCLINE, o sistema Óptimo, a Soleira Térmica e o Pré-Aro em XPS. A empresa está também a preparar novos conteúdos técnicos, ensaios em obra e ferramentas de apoio à prescrição, mantendo o seu compromisso com a precisão e a sustentabilidade.

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NAVARRA

“Prevemos uma maior valorização de produtos que combinem design, desempenho técnico e eficiência”

“O mercado da envolvente do edifício enfrenta desafios e oportunidades significativas. A conjuntura europeia, com a crescente exigência de normas energéticas e ambientais, acelera a procura por soluções eficientes e sustentáveis. Internacionalmente, a volatilidade económica reforça a necessidade de inovação e adaptabilidade”, antevê Garcia Maciel, diretor comercial nacional da Navarra.

Neste contexto, “prevemos uma maior valorização de produtos que combinem design, desempenho técnico e eficiência, áreas em que as soluções Navarra se destacam”. A empresa acredita que esta conjuntura “irá fortalecer parcerias estratégicas e incentivar soluções integradas, de durabilidade comprovada, com material sustentável, 100% reciclável e alinhado com o princípio da economia circular”, conclui.

Após uma presença na Architect@Work Lisbon 2025 que refletiu a essência da marca nos sistemas de alumínio – “inovação, qualidade e funcionalidade” –, e onde a empresa apresentou soluções inovadoras que estão a redefinir possibilidades no desenho arquitetónico, como o N25 500 Piso Integrado, que permite a continuidade absoluta entre interior e exterior; o N28 000 sistema Deslizo-Batente, que garante leveza, fluidez e desempenho; e o N13 200 sistema de Porta Pivotante, uma solução de portas pivotantes inovadora e de alta performance desenvolvida para vãos de grandes dimensões, a Navarra foca a sua estratégia, em 2026, na sua consolidação “como referência industrial e criativa no setor do alumínio”, destaca Garcia Maciel.

Durante o evento, a empresa partilhou soluções adaptadas às exigências do mercado, “promovendo um diálogo que reforça o acompanhamento das tendências e impulsiona a inovação constante”, e, ao longo do ano, vai apostar na ativação da marca, na proximidade com arquitetos e parceiros e na aceleração da transformação digital dos seus processos e canais de comunicação, explica o responsável. “Este ano vamos apresentar novos sistemas de alumínio para arquitetura, com soluções técnicas diferenciadas e com maior eficiência”, avança à NovoPerfil o diretor comercial da Navarra em Portugal.

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RCN

“A estratégia passa por soluções que prolongam o ciclo de vida dos edifícios”

A RCN continuará, em 2026, a posicionar-se como “uma marca de referência em janelas minimalistas de elevado desempenho, com foco na durabilidade, na eficiência e na integração arquitetónica”. Segundo Ricardo Sousa, comercial do mercado nacional RCN, a estratégia passa por “aprofundar soluções que prolongam o ciclo de vida dos edifícios, através de sistemas tecnicamente rigorosos, materiais recicláveis e processos produtivos ambientalmente responsáveis”. Ao longo do ano, “prevemos o desenvolvimento e a otimização de soluções existentes, bem como a introdução de evoluções técnicas discretas, sempre orientadas para as reais necessidades de arquitetos, designers e projetistas, mantendo uma linguagem estética intemporal”, revela.

Uma “visão de inovação silenciosa aplicada ao design de janelas minimalistas” que a empresa destacou na Architect@Work. A principal novidade apresentada foi o EXP G FLIP, uma evolução do sistema guilhotina minimalista que introduz um movimento interior discreto e funcional, permitindo acesso, limpeza e ventilação de forma intuitiva, sem comprometer a pureza estética nem o desempenho térmico e acústico.

A sua presença centrou-se “na experiência do detalhe, na qualidade construtiva e na forma como a tecnologia pode estar presente sem se impor visualmente, reforçando a relação entre arquitetura, luz e precisão”, sumariza Ricardo Sousa.

O responsável reitera que este “é um momento de transformação, fortemente influenciado por exigências ambientais, eficiência energética e pela necessidade de soluções mais conscientes e duráveis”. A nível europeu e internacional, “observa-se uma clara valorização de sistemas que conciliam desempenho técnico, responsabilidade ambiental e qualidade arquitetónica”. Nas palavras do responsável, “o futuro da envolvente passa por soluções menos efémeras, mais precisas e com impacto positivo ao longo de todo o seu ciclo de vida”. Neste contexto, “o minimalismo técnico, aliado à inovação funcional e à sustentabilidade, continuará a ganhar relevância”, remata.

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SAINT-GOBAIN

“Estamos focados em soluções que respondam às exigências regulamentares e à reabilitação energética”

Na visão de Rui Oliveira, diretor da Saint-Gobain Solutions Portugal, o mercado da envolvente do edifício enfrenta “um contexto exigente, mas também de oportunidades estruturais relevantes”. Na Europa, “a necessidade de reabilitação energética do parque edificado, a adaptação às alterações climáticas e os objetivos de descarbonização criam um forte impulso para soluções que melhorem o desempenho térmico, acústico e energético dos edifícios”. A Saint-Gobain perspetiva este mercado “com uma visão de médio e longo prazo positiva, sobretudo para soluções integradas que combinem isolamento, fachadas, vidros e sistemas construtivos leves”.

Defendendo que a envolvente do edifício “é hoje um dos principais vetores para reduzir consumos energéticos e emissões ao longo da vida útil dos edifícios, tornando-se central nas políticas públicas e nas decisões de investimento”, Rui Oliveira sublinha que o posicionamento da Saint-Gobain, assente num portefólio amplo, inovação contínua e presença industrial local, permite responder de forma robusta aos desafios da conjuntura europeia e internacional.

Neste âmbito, a presença da empresa na Architect@Work centrou-se na apresentação de soluções alinhadas com os grandes desafios atuais da arquitetura e da construção: “eficiência energética, conforto, circularidade e redução da pegada carbónica”. Em destaque na FIL esteve o Oraé, o primeiro vidro base do mundo com uma redução significativa da pegada de carbono, produzido com cerca de 70% de vidro reciclado e uma diminuição de aproximadamente 40% das emissões de CO₂ face à média europeia. A sua combinação com soluções de capas de elevado desempenho térmico e solar “permitiu demonstrar como é possível reduzir as emissões incorporadas dos edifícios sem comprometer a performance técnica, a estética arquitetónica ou a durabilidade”, esclarece o responsável. Complemementarmente, a Saint-Gobain apresentou desenvolvimentos na área dos sistemas ETICS e da construção leve concebidas para responder a requisitos de reabilitação energética e certificações ambientais. A participação da empresa permitiu também reforçar o seu posicionamento como parceiro técnico de arquitetos e projetistas.

Em 2026, a Saint-Gobain posiciona-se no mercado com base no novo plano estratégico global Lead & Grow e reforça a ambição de crescimento rentável sustentado em soluções de elevado valor acrescentado, avança o diretor. No âmbito desta evolução estratégica, a Saint-Gobain Portugal integra agora, numa estrutura única, as marcas de tetos Gabelex, Ecophon e Eurocoustic, os aditivos de betão e cimento da marca Chryso e expande a sua oferta na área dos químicos para construção do grupo (através das marcas One Bond, GCP e Fosroc, que se juntam às insígnias Isover, Placo, Weber e Climalit).

Ao longo do ano, a atuação continuará a estar focada “no desenvolvimento e lançamento de soluções que respondam às exigências regulamentares europeias, à reabilitação energética do edificado e ao crescimento dos segmentos residencial, não residencial e de infraestruturas”, sublinha Rui Oliveira.

Por outro lado, o reforço da utilização de materiais de baixa pegada carbónica assume um papel central na estratégia de redução das emissões incorporadas nas fachadas dos edifícios. Nesse sentido, “continuaremos a apostar no programa Expert Climalit que, através da aproximação a caixilheiros e profissionais da instalação, pretende promover a qualidade construtiva e a circularidade na construção”, disponibilizando aos seus parceiros o acesso à recolha de resíduos de vidro proveniente de janelas antigas com vista à substituição por novas janelas com Climalit Oraé, promovendo a aplicação de vidros duplos e triplos mais eficientes, sustentáveis e com baixa pegada de carbono.

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TECHNAL

“Investimos em sistemas eficientes do ponto de vista energético e ambiental”

A estratégia da Technal para 2026 assenta em três pilares fundamentais: sustentabilidade, inovação e proximidade ao mercado. De acordo com Diogo Lima, area sales manager da Technal Portugal, a empresa continuará a investir no desenvolvimento de “sistemas cada vez mais eficientes do ponto de vista energético e ambiental, alinhados com as metas europeias de descarbonização e com as exigências regulamentares futuras”.

Ao longo do ano, “estão previstos novos lançamentos e a finalização de soluções nas gamas existentes, com foco na melhoria do desempenho térmico e acústico, na circularidade dos materiais e na simplificação dos processos de fabrico e instalação”, revela o responsável. Paralelamente, “iremos reforçar o apoio técnico, a formação e as ferramentas digitais para os nossos parceiros, consolidando uma relação de longo prazo baseada em confiança, conhecimento e valor acrescentado”, detalha.

Neste contexto, a presença da Technal, pelo segundo ano consecutivo, na Architect@Work foi pensada “como um momento de afirmação clara da marca junto da comunidade de arquitetos e prescritores. Apostámos na apresentação de soluções da gama Soleal Next, que refletem a nossa visão de uma arquitetura mais sustentável, eficiente e esteticamente exigente, com especial destaque para a conjugação de desempenho técnico elevado, conforto e liberdade criativa”. Como refere Diogo Lima, “mais do que apresentar somente produtos, procurámos criar um espaço de diálogo, onde foi possível partilhar conhecimento, tendências e responder de forma próxima aos desafios concretos dos profissionais, reforçando o posicionamento da Technal como parceiro técnico de referência em projetos de elevada exigência”.

Para a empresa, o mercado da envolvente do edifício “enfrenta atualmente um contexto desafiante, mas também uma oportunidade única de transformação. A pressão regulatória, os compromissos ambientais e a crescente consciência dos promotores e projetistas colocam a sustentabilidade no centro das decisões”, defende o area sales manager da empresa: “acreditamos que o futuro do setor passará pela adoção de materiais com baixo impacto ambiental, elevada durabilidade e total transparência ao nível do ciclo de vida”.

Neste contexto, a Technal, integrada no Grupo Hydro, beneficia de uma cadeia de valor totalmente controlada e de soluções em alumínio de baixo carbono, posicionando-se de forma sólida para responder às exigências de um mercado cada vez mais informado, responsável e exigente.

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TUPAI

“2026 trará novos lançamentos e um forte investimento em inovação técnica”

Em 2026, a Tupai pretende reforçar o seu posicionamento “como uma referência global em soluções de ferragens para arquitetura, sustentada por inovação contínua, robustez técnica, sustentabilidade e excelência no serviço”. À NovoPerfil, Daniela Berto de Castro, responsável de marketing da empresa, revela que ao longo deste ano os mercados podem esperar novos lançamentos, evolução das linhas existentes e um forte investimento em inovação técnica e design orientado para a experiência do utilizador.

A estratégia da Tupai assenta em dois pilares fundamentais: a expansão da gama e crescimento comercial, com o objetivo de aumentar o volume de negócio nos mercados atuais e em mercados emergentes estratégicos, como os Estados Unidos, Alemanha, América Latina e África, com soluções ajustadas às exigências locais; e a melhoria contínua do desenvolvimento de produto e crescimento do negócio OEM, otimizando processos, metodologias e tempos de resposta para reforçar parcerias industriais, aumentar o volume de encomendas OEM e gerar novas colaborações estratégicas.

A presença na Architect @ Work Lisbon 2025 foi marcada pela apresentação de três inovações que refletem a visão estratégica da empresa: “design com propósito, engenharia de precisão e compromisso com a sustentabilidade”. O lançamento do novo acabamento Natural Brass, “que vai além da estética”, traduz a abordagem consciente à matéria-prima da Tupai. Trata-se de latão natural que evolui com o tempo, adquirindo uma pátina única, produzido de forma sustentável e 100% reciclável. “O forte interesse demonstrado ainda em fase de pré-lançamento confirmou a ligação emocional que este acabamento cria, tanto a nível tátil como visual”, congratula-se Daniela Berto de Castro. Já o novo puxador 4213, uma peça que introduz uma textura tridimensional entrelaçada, conferindo profundidade e carácter ao design sofisticado, melhora a ergonomia e a aderência, evidenciando a preocupação com o conforto e o uso intensivo. Produzido em latão e disponível com roseta redonda ou quadrada, este modelo adapta-se a diferentes identidades arquitetónicas. A empresa reforçou ainda a sua linha PRIVÉ com o lançamento do 3957 PRIVÉ, completando a gama com uma geometria redonda, através de uma solução que alia segurança discreta e adaptabilidade total, permitindo desbloqueio exterior em situações de emergência e compatibilidade com múltiplos sistemas de fechadura e espessuras de porta.

Face a um mercado que “enfrenta atualmente um contexto desafiante, marcado por incerteza económica, pressão nos custos e exigências crescentes ao nível da sustentabilidade e eficiência energética”, mas que “representa também uma oportunidade de diferenciação”, a responsável afirma que se observa “uma procura cada vez maior por soluções duráveis, versáteis e com forte valor acrescentado, onde a qualidade, a fiabilidade técnica e a coerência estética são determinantes”. A Tupai acredita, pois, que “marcas com capacidade industrial própria, foco em inovação e compromisso ambiental estarão melhor posicionadas para responder a estas exigências”, e encara este contexto “com uma abordagem pragmática e otimista, investindo em desenvolvimento de produto, sustentabilidade e proximidade com os parceiros, contribuindo ativamente para uma arquitetura mais consciente, funcional e duradoura”.

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