A construtora nacional, Garcia Garcia, alcançou o melhor resultado da sua história em 2025, impulsionada sobretudo por projetos industriais e logísticos para clientes internacionais, que representaram a maior fatia da atividade.
A Garcia Garcia, construtora nacional especializada no modelo design and build de edifícios industriais, logísticos, comerciais, residenciais e hoteleiros, encerrou 2025 com uma faturação de 173 milhões de euros, o que representa um crescimento de 48% face a 2024 e o melhor resultado de sempre da empresa.
Ao longo do ano, a construtora assegurou projetos de elevada exigência técnica para clientes como a Coloplast, Testo, Continental Mabor, Logicor, Hines e Vizta, evidenciando o peso crescente de multinacionais no seu portefólio. Esta dinâmica tem contribuído para a captação de investimento direto estrangeiro e para a criação de novos postos de trabalho em Portugal.
Pelo quarto ano consecutivo, a Garcia Garcia ultrapassou a fasquia dos 100 milhões de euros de volume de negócios, consolidando uma trajetória de crescimento sustentado. Em 2025, destacou-se pela execução de projetos em vários segmentos, com particular incidência no setor industrial e logístico.
A empresa mantém igualmente a aposta na promoção imobiliária própria no segmento residencial, com projetos em desenvolvimento nas cidades de Santo Tirso e Guimarães.
Em termos de distribuição da atividade, os projetos industriais e logísticos representaram 80% do volume de negócios em 2025. Já os segmentos residencial e hospitality corresponderam a 13,5%, enquanto o retalho e os escritórios representaram 3,6% e 2,9%, respetivamente.
Entre os projetos mais recentes da Garcia Garcia incluem-se a nova unidade industrial da Coloplast, em Felgueiras; a unidade industrial da Testo, em Albergaria-a-Velha; a unidade da Continental Mabor, em Lousado (Vila Nova de Famalicão); centros logísticos para a Logicor, em Vila Nova de Gaia e no Montijo; uma residência de estudantes na Asprela, no Porto, promovida pela Hines; e um novo edifício de habitação para a Vizta.
“Para 2026 antecipamos a continuidade da trajetória de sucesso. Apesar da incerteza global, o setor da construção mantém-se dinâmico, impulsionado pelo investimento direto estrangeiro, ainda que enfrente desafios como a escassez de mão de obra e a inflação. Iniciámos o ano com uma carteira de obras sólida, o que nos permite antecipar um ano de consolidação”, afirma Miguel Garcia, administrador da empresa.
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